Você ouve dizer em genoma, DNA, mapeamento humano e fica surpresa com a circunstância de a medicina moderna silenciar várias expressões genéticas que herdamos dos nossos pais – a de acumular gordura na cintura, por exemplo. Mas consegue pensar que essa mesma medicina de ponta comprova os conceitos da ciência indiana milenar, a ayurveda? Pois é isto o que está acontecendo. “Só agora, com a especificação dos genes, temos certeza de quando alguém tem sensibilidade a instituído alimento, não consegue reagir bem ao frio ou ao calor e exibe predisposição a certas doenças ou a ganhar peso.
E os sábios indianos prontamente faziam isto de forma empírica – a partir das características físicas e do temperamento do paciente”, explica a médica Vânia Assaly, de São Paulo. Talvez você nem desconfie, no entanto prontamente coloca em prática muitas das estratégias indianas. Mas não vale copiar o cardápio da amiga: individualidade é a palavra-chave. Na ayurveda, qualquer um de nós tem seu respectivo dosha (tipo de temperamento), geralmente regido por 2 dos 5 elementos da meio ambiente: água, fogo, terra, ar e espaço. “Eles sugestionam a personalidade, o metabolismo, a estrutura física e até a forma como interagimos com o lugar e com as algumas pessoas”, explica a terapeuta ayurveda e culinarista funcional Xanda Fogaça, de São Paulo.
Sendo assim a gravidade de eles serem mantidos em equilíbrio, o que é feito com alimentos e atividade física. DietaVocê está com o metabolismo lento? Apesar de o procedimento estar em evidência, ainda são poucos os nutricionistas que montam um plano alimentar com as táticas de equilíbrio dele – e mesmo os profissionais que recorrem a elas recomendam somente o básico.
Um tratamento mais forte (geralmente com jejum, chás e massagens), segundo Astrid, tem que ser praticado com acompanhamento de um médico especializado. Mas suas pacientes a toda a hora saem do consultório ao menos com um cardápio que adiciona ervas e especiarias específicas para o dosha. E, no retorno, o relato dos efeitos são quase sempre positivos: melhoria na textura da pele e pela digestão – algumas delas deixam de constatar aquele estufamento no encerramento das refeições.
Não é somente isso: “O corpo passa a reter apenas o que deve, sem acumular restos”, adiciona Xanda. Alta, magra e perfeccionista? Algumas pessoas arriscariam falar que seu dosha é pitta. Porém, o diagnóstico depende da avaliação da pulsação feita por um profissional experiente. Depois disso, você podes colocar em prática alguns princípios pela alimentação. Aqui, reunimos sugestões para equilibrar teu corpo. Você acha que é meio vata, meio pitta? “Geralmente as pessoas apresentam dois tipos de dosha”, explica Astrid Pfeiffer.
E, dependendo do momento da vida, um terceiro pode se sobrepor aos dois primeiros, causando descompasso – stress, medicamentos, doenças, má alimentação e sobrepeso tendem a causar esse efeito. Mas certos ajustes pela dieta devolvem o estado normal. Atributos: suporte física forte e larga, com tendência à obesidade. O sedentarismo pode transportar à impiedade.
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Sintomas de desequilíbrio: má digestão, cansaço exagerado, sobrepeso. Coma mais: verduras, legumes e outros alimentos com bastante fibra. Consuma menos: alimentos muito salgados ou muito doces e massa. Sabores ideais: adocicado (vindo dos legumes), levemente salgado, ácido. “O metabolismo mais demorado de kapha tem que ser compensado com temperos como gengibre e pimenta caiena”, indica a nutricionista Vitória Falcão, de São Paulo. Frutas: prefira as secas, contudo cuidado com as muito doces. Verduras, grãos, leguminosas e lácteos (leite, queijo, iogurte): modere na porção, a todo o momento acompanhada da masala (ou temperos pra kapha).
Oleaginosas: coloque no prato esporadicamente. Óleos: prefira o de mostarda, girassol ou canola. Adoçantes: mel (com mais de seis meses) e estévia. Temperos: canela, gengibre, coentro e pimenta caiena – ou faça sua masala kapha. Atributos: Pense em alguém agitada! Você tem grande grau de energia e pouca paciência.
Também ganha massa magra com facilidade. Sintomas de desequilíbrio: gastrite, ardência pela pele ou exagero de sede. Coma mais: frutas e folhas verdes. Consuma menos: alimentos condimentados e apimentados, além de alho e cebola. Sabores ideais: açucarado e amargo. “Para levar o sabor doce aos pratos salgados, use vegetais como abóbora cozida. Complete com ervas refrescantes, hortelã e manjericão, por exemplo”, diz Vitória. Frutas: priorize as frescas e doces, evite as ácidas. Verduras: folhas cruas. Grãos: não consuma quentes ou fritos.
Leguminosas: são bem digeridas. Oleaginosas: em pequena quantidade. Laticínios: bem-vindos, todavia prefira os queijos menos salgados. Óleos: girassol, oliva e coco em dose moderada, além de ghee (manteiga clarificada). Adoçantes: sabores doces em geral acalmam. Temperos: erva-doce, semente de mostarda, cominho e coentro – ou faça sua masala pitta. Atributos: ágil e suave (suporte mignon e poucos músculos).